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Câmaras Técnicas recebem apresentação do PERH-GUANDU


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07/07/17

O Comitê Guandu-RJ realizou ontem a quarta reunião ordinária das Câmaras Técnicas de Estudos Gerais e Instrumentos Legais e de Gestão (CTEG e CTIL-G). Após sugestão do Grupo Técnico de Acompanhamento do Plano de Bacia, os coordenadores decidiram analisar os itens comuns às Câmaras durante a manhã e priorizar a apresentação do Prognóstico do Plano de Bacia para o período da tarde.

O responsável pelo desenvolvimento e manutenção do Sistema de Informações Geográficas e Geoambientais das Bacias Hidrográficas dos Rios Guandu, da Guarda e Guandu-Mirim (SIGA-GUANDU), Andrei Alves, apresentou as novas ferramentas desenvolvidas para o Sistema.

“Estamos cadastrando os projetos em andamento. Em outro momento, vamos atualizar os projetos já concluídos. Também monitoramos o acesso ao SIGA e às ferramentas. Foram 962 visitas nos últimos sete meses, com uma média de 13 por dia. E metade desses visitas diárias eram de novos usuários”, afirmou o técnico.

Membro da Diretoria Colegiada do Comitê Guandu-RJ, Amisterdan Ribeiro ressaltou a importância da disponibilização de informações sobre a crise hídrica e o Grupo Técnico de Acompanhamento da Operação Hidráulica no Rio Paraíba do Sul (GTAOH).

“É importante a disponibilização desses dados sobre a operação do reservatório no período. Ter o registro é importante para alertar a sociedade sobre a importância do planejamento de prevenção de crises”, comentou.

O projeto de atualização do Plano Estratégico de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas dos Rios Guandu, da Guarda e Guandu-Mirim (PERH-GUANDU) foi o destaque da ocasião. Após a elaboração do Diagnóstico e das Oficinas regionais para colher contribuições, a equipe da PROFILL – empresa responsável pelo projeto – iniciou o desenvolvimento do Prognóstico. A etapa serve para o planejamento de cenários da gestão para curto, médio e longo prazo.

O hidrólogo Eduardo Lanna conduziu a apresentação e fez um resumo da metodologia que a PROFILL considerou apropriada para o Prognóstico.

“Tive contato recentemente com uma publicação do Ipea chamada Brasil 2035 Cenários para o Desenvolvimento. Ela apresenta um sistema de quatro cenários a partir dos eixos economia tradicional e inovadora e retrocesso e desenvolvimento social. Essa proposta é a que trazemos para as considerações de vocês, para trabalharmos esses cenários para as Bacias”, resumiu o professor.

Rodolfo Sant’Ana, da ADEFIMPA, destacou que a colaboração dos saberes regionais é vital no processo de conversação sugerido pela empresa.

“Além desse pluralismo de discussões, precisamos estimular o pertencimento, uma formação das pessoas que evolua junto do processo”, enfatizou.

Coordenadora da CTEG, Franziska Huber também reforçou a ideia de buscar a criação de uma identidade na bacia.

“Além das forças e oportunidades, precisamos levar em conta que as fraquezas e desafios humanos transcendem o local. Em muitos casos, as pessoas e instituições não se reconhecem como bacia hidrográfica, e precisamos abordar essa heterogeneidade”, disse.

Além da discussão na Câmara Técnica, as contribuições para o Prognóstico serão trabalhadas pela PROFILL para uma apresentação ao Comitê Guandu-RJ. 

 
   
     
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